O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou até 11 de setembro a decisão que mantém a desoneração da folha de pagamentos, atendendo ao pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Senado. Sem um acordo sobre as medidas compensatórias para a renúncia fiscal gerada pela desoneração, o Senado e o governo ganham tempo para traçar e aprovar soluções.
Fachin ressaltou a necessidade de tempo para o diálogo e a construção de uma solução adequada, destacando os esforços do Executivo, Legislativo e sociedade civil para resolver a questão. A decisão visa evitar o impacto negativo de uma retomada abrupta da tributação sobre diversos setores da economia nacional e foi tomada no contexto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.633.